Que tipo de mãe você é para seu filho?

Yvonne Laborda descreveu 9 perfis de mães, será que você se identifica com algum deles?

A mãe devoradora, a vitimizada, a infantilizada, deprimida, líder, perfeccionista, intelectual, viciada, e consciente. 

Veja abaixo se você se identifica com alguma delas e me conta aqui nos comentários o que achou, tá?

• DEVORADORA: exerce violência emocional, se alimenta de seus próprios filhos, pede, exige, precisa intensamente da presença deles. Incapaz de ver e sentir o outro e está mais consciente de satisfazer suas próprias necessidades.

• VITIMIZADA: exerce violência passiva, invisível e psicológica. Está sempre reclamando, criticando e julgando. O típico discurso desse tipo de mãe é: “Com tudo o que eu fiz por você e veja como você paga …”

• INFANTILIZADA: ela é emocionalmente imatura. Ela está mais esperando para se salvar do que para proteger seus filhos. Geralmente é submissa.

• DEPRIMIDA OU DOENTE: usa a doença para receber e não precisa dar. A doença, inconscientemente, serve para ser vista e manter todos conscientes dela. 

• LÍDER: aquela que precisa exercer poder e controle sobre os filhos e parceiros.

• PERFECCIONISTA: ela passa o dia na cozinha, limpando, etc. Essa é a maneira dela fugir e não sentir o seu vazio emocional, mas assim elas deixam as crianças abandonadas, emocionalmente falando, apesar de estarem na mesma casa. Ela fica tão ocupada que não consegue estar realmente presente na vida dos filhos.

• INTELECTUAL: ela estuda muito ou lê e tem uma necessidade constante de estar pesquisando e pesquisando. Seu grande refúgio é livros ou internet.

• VICIADA: a alcoólatra, a bulímica, a anoréxica e até a viciada ou obcecada por limpeza e ordem ou viciada nas redes.

• CONSCIENTE: essa mãe tomou ou está se conscientizando (como você está agora) sobre tudo o que viveu na sua infância para entender quem ela é. A chave é ver e sentir o que aconteceu conosco no passado e depois entender o que acontece conosco hoje.

Eu sempre digo que a maternidade tem muito mais a ver com a filha que fomos do que com a mãe que automaticamente nos tornamos. Pensar sobre o tipo de maternidade que você exerce na vida do seu filho, refletir e tomar consciência desse papel é o PRIMEIRO E MAIS IMPORTANTE passo para você exercer um maternidade mais positiva e consciente!

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